A iTAG cresce no mercado de etiquetas inteligentes ao ajudar seus clientes a reduzir as perdas e aumentar a produtividade

 

Ao investir no aperfeiçoamento de uma tecnologia criada na Segunda Guerra, a iTAG tem conquistado espaço no mercado de etiquetas inteligentes. Fundada em 2007 em Cianorte, Paraná, a empresa oferece projetos de Identificação por Radiofrequência (RFID) para diversos setores. “A evolução do código de barras permite aos nossos clientes expandir a produção de forma inteligente, sem depender de mão de obra”, diz o fundador Sérgio Gambim, 40 anos. Com a RFID, é possível reduzir desperdícios, perdas e roubos, simplificar a logística e elevar a produtividade. Em um ano de recessão, a procura por essa tecnologia aumenta, o que deve garantir à ITAG crescimento de 30% em relação aos R$ 8 milhões de faturamento em 2015. Para atingir a meta, a empresa pretende aumentar a carteira de clientes – hoje são 40, com os principais na área têxtil, de saúde e rastreabilidade de documentos. A iTAG quer consolidar a atuação no Paraguai, Chile, Argentina, China e Suíça. “Do pipoqueiro ao dono de uma rede de varejo, os gargalos são os mesmos”, diz Gambim.

 

Esta matéria foi divulgada pela Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios!

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